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	<title>Arquivo de Uncategorized - Chaus</title>
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	<description>Consultoria Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Jul 2026 18:34:54 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Uncategorized - Chaus</title>
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		<title>Gestão de fluxo de caixa: o oxigênio da empresa</title>
		<link>https://chaus.com.br/gestao-de-fluxo-de-caixa-o-oxigenio-da-empresa/</link>
					<comments>https://chaus.com.br/gestao-de-fluxo-de-caixa-o-oxigenio-da-empresa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maurício Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 18:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://chaus.com.br/?p=4964</guid>

					<description><![CDATA[<p>Gestão de fluxo de caixa: proteja seu capital de giro e evite a falta de caixa. Especialistas em Protheus. Peça seu diagnóstico gratuito!</p>
<p>O post <a href="https://chaus.com.br/gestao-de-fluxo-de-caixa-o-oxigenio-da-empresa/">Gestão de fluxo de caixa: o oxigênio da empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://chaus.com.br">Chaus</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">A gestão de fluxo de caixa é o que separa a empresa que cresce da que fecha as portas com o pedido cheio. Neste artigo, mostro como enxergar o caixa real, evitar a falta de capital de giro e transformar o controle financeiro em decisão estratégica.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua empresa pode estar dando lucro no papel e, ainda assim, quebrar. Parece contradição, mas é a realidade de milhares de negócios brasileiros todos os anos. Segundo o Sebrae, cerca de 40% das empresas criadas no Brasil não sobrevivem após cinco anos de atividade, e a fragilidade na gestão financeira segue entre os principais vetores dessa mortalidade. O problema quase nunca é falta de vendas. É falta de caixa na hora certa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de 29 anos ajudando empresas a melhorarem o resultado operacional, aprendi uma lição que se repete em quase todo projeto: lucro é opinião, caixa é fato. O balanço pode mostrar uma linha de resultado positiva enquanto a conta bancária não fecha o mês. A seguir, apresento um caminho prático para você dominar a gestão de fluxo de caixa, antecipar problemas e usar o dinheiro como uma ferramenta de estratégia, não como fonte de sustos.</span></p>
<figure id="attachment_4966" aria-describedby="caption-attachment-4966" style="width: 1100px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4966 size-full" title="Painel de Fluxo de Caixa" src="https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-1-painel-caixa-1.jpg" alt="Painel de Fluxo de Caixa" width="1100" height="620" srcset="https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-1-painel-caixa-1.jpg 1100w, https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-1-painel-caixa-1-300x169.jpg 300w, https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-1-painel-caixa-1-1024x577.jpg 1024w, https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-1-painel-caixa-1-768x433.jpg 768w" sizes="(max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /><figcaption id="caption-attachment-4966" class="wp-caption-text">Fonte: Chaus Consultoria — O acompanhamento diário do caixa transforma incerteza em previsibilidade</figcaption></figure>
<h2><b>Lucro no papel, caixa vazio: por que isso acontece</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A confusão entre lucro e caixa é a raiz de boa parte das crises financeiras. O lucro é apurado pelo regime de competência: a venda é reconhecida quando ocorre, não quando o dinheiro entra. O caixa, por outro lado, obedece ao regime de caixa: só existe quando o valor efetivamente cai na conta. Entre um e outro há um abismo chamado prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine que você venda 100 mil reais em mercadorias com margem saudável, mas parcele em 60 dias. No mesmo mês, precisa pagar fornecedores, salários, impostos e aluguel. O resultado contábil é positivo, porém o caixa está no vermelho, porque as saídas acontecem antes das entradas. Multiplique isso por vários pedidos e você tem uma empresa lucrativa e insolvente ao mesmo tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o primeiro passo de uma boa gestão financeira é entender que crescer sem controle de caixa é acelerar rumo a um paredão. Quanto mais você vende a prazo comprando à vista, mais capital de giro consome. Não por acaso, muitas empresas quebram justamente no auge das vendas  a chamada “morte por sucesso”.</span></p>
<h2><b>O que é, de fato, fluxo de caixa</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma direta, o <a href="https://chaus.com.br/fluxo-de-caixa-totvs-protheus/">fluxo de caixa</a> é o registro organizado de todas as entradas e saídas de dinheiro em um período. Ele responde a três perguntas essenciais: quanto entrou, quanto saiu e quanto sobrou. Simples na definição, mas poderoso na prática, porque revela a saúde financeira real do negócio em tempo quase real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um fluxo de caixa bem estruturado se divide em categorias. As atividades operacionais reúnem o dinheiro que entra pelas vendas e sai pelos custos e despesas do dia a dia. As atividades de investimento envolvem compra e venda de máquinas, equipamentos e imóveis. Já as atividades de financiamento tratam de empréstimos, aportes de sócios e pagamento de dívidas. Separar essas naturezas é fundamental, pois um caixa operacional negativo compensado por empréstimo é um alerta grave, mesmo que o saldo final pareça saudável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é preciso distinguir dois horizontes. O fluxo de caixa realizado mostra o que já aconteceu; o fluxo de caixa projetado antecipa o que vai acontecer. A verdadeira gestão de fluxo de caixa vive no projetado, porque é ali que você enxerga o problema antes de ele virar crise — e ainda tem tempo de agir.</span></p>
<h2><b>Capital de giro: o combustível invisível</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o <a href="https://gestao.blog/dfc-metodo-direto-como-analisar-o-fluxo-de-caixa/">fluxo de caixa</a> é o oxigênio, o capital de giro é o combustível que mantém a operação funcionando entre uma venda e o recebimento. Ele é o dinheiro necessário para sustentar o ciclo da empresa: comprar estoque, produzir, vender e esperar o cliente pagar. Quanto maior esse ciclo, mais capital de giro o negócio exige.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos erros mais comuns apontados pelo Sebrae é justamente não saber o capital de giro necessário para tocar a operação. O empresário abre a empresa, foca em vender e esquece de calcular quanto de dinheiro precisa ficar “parado” girando o negócio. Quando o estoque cresce, os prazos de recebimento se alongam e os fornecedores apertam, o capital de giro evapora — e a solução emergencial costuma ser crédito caro.</span></p>
<figure id="attachment_4967" aria-describedby="caption-attachment-4967" style="width: 1100px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-4967 size-full" title="Figura que mosta o Ciclo Finandeiro (compras - Estoque - Venda e Receber" src="https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-2-ciclo-financeiro.jpg" alt="Figura que mosta o Ciclo Finandeiro (compras - Estoque - Venda e Receber" width="1100" height="620" srcset="https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-2-ciclo-financeiro.jpg 1100w, https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-2-ciclo-financeiro-300x169.jpg 300w, https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-2-ciclo-financeiro-1024x577.jpg 1024w, https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-2-ciclo-financeiro-768x433.jpg 768w" sizes="(max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /><figcaption id="caption-attachment-4967" class="wp-caption-text">Fonte: Chaus Consultoria — O ciclo financeiro mede quantos dias o caixa fica descoberto entre pagar e receber</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O segredo está no ciclo financeiro: o número de dias entre pagar o fornecedor e receber do cliente. Reduzir esse intervalo é uma das alavancas mais eficazes de saúde financeira. Negociar prazos maiores de compra, encurtar prazos de recebimento e girar o estoque com mais velocidade libera caixa sem precisar de um centavo de banco. Consequentemente, a empresa financia o próprio crescimento em vez de terceirizar isso para o mercado financeiro.</span></p>
<h2><b>Como montar uma gestão de fluxo de caixa que funciona</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não adianta ter um relatório bonito que ninguém usa. Uma boa gestão financeira nasce de rotina, disciplina e informação confiável. O primeiro passo é separar de vez as contas pessoais das contas da empresa. Enquanto o caixa do negócio pagar despesas do sócio, nenhum controle será verdadeiro. Essa mistura, aliás, é um dos vícios que mais distorcem a leitura financeira das pequenas empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, registre todas as movimentações, sem exceção. Cada entrada e cada saída precisa estar categorizada. A partir daí, construa a projeção: liste os recebimentos previstos e os pagamentos programados para as próximas semanas e meses. Com essa visão à frente, você deixa de apagar incêndios e passa a antecipar decisões — adiar uma compra, renegociar um vencimento, apressar uma cobrança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, transforme o controle em hábito. O fluxo de caixa precisa ser revisado diariamente no curto prazo e projetado para, no mínimo, 90 dias à frente. Empresas que acompanham o caixa de perto tomam decisões com serenidade; as que só olham quando o banco liga vivem no limite. A diferença entre uma e outra raramente é faturamento — é método.</span></p>
<h2><b>O ERP como aliado da gestão financeira</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Planilhas resolvem no começo, mas não escalam. Conforme a empresa cresce, o volume de lançamentos, prazos e centros de custo torna o controle manual arriscado e lento. É nesse ponto que um ERP bem configurado deixa de ser custo e vira vantagem competitiva. Em implementações de TOTVS Protheus, vejo como a integração entre contas a pagar, contas a receber, estoque e contabilidade transforma o fluxo de caixa em uma fotografia viva do negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o sistema está corretamente parametrizado, cada pedido de venda já projeta o recebimento futuro, cada compra já agenda o pagamento, e o gestor enxerga o saldo previsto de caixa para as próximas semanas sem montar nada à mão. Melhor ainda: é possível simular cenários. O que acontece com o caixa se um grande cliente atrasar 30 dias? E se eu antecipar recebíveis? O ERP responde a essas perguntas em minutos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, a ferramenta não faz milagre sozinha. Um sistema alimentado com dados frágeis devolve projeções frágeis. Por isso, a consultoria especializada faz diferença concreta: configurar naturezas financeiras, fluxos de aprovação e integrações garante que o número que aparece na tela seja confiável o bastante para embasar decisões de verdade.</span></p>
<h2><b>Indicadores que todo gestor deveria acompanhar</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Medir é o que separa a gestão profissional do improviso. Alguns indicadores merecem lugar fixo no seu painel. O saldo de caixa projetado mostra se você terá dinheiro para honrar compromissos nas próximas semanas — é o termômetro mais imediato. O prazo médio de recebimento revela quantos dias, em média, o cliente demora a pagar; quanto menor, mais rápido o dinheiro volta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do outro lado, o prazo médio de pagamento indica quanto tempo você leva para quitar fornecedores. O ideal é que ele seja compatível ou superior ao prazo de recebimento, para que o ciclo financeiro não fique descoberto. Já a necessidade de capital de giro quantifica quanto de recurso a operação exige para funcionar sem sustos.</span></p>
<figure id="attachment_4968" aria-describedby="caption-attachment-4968" style="width: 1100px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-4968 size-full" title="Indicadores para fazer acompanhamento do Fluxo de Caixa" src="https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-3-indicadores.jpg" alt="Indicadores para fazer acompanhamento do Fluxo de Caixa" width="1100" height="620" srcset="https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-3-indicadores.jpg 1100w, https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-3-indicadores-300x169.jpg 300w, https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-3-indicadores-1024x577.jpg 1024w, https://chaus.com.br/wp-content/uploads/2026/07/imagem-interna-3-indicadores-768x433.jpg 768w" sizes="(max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /><figcaption id="caption-attachment-4968" class="wp-caption-text">Fonte: Chaus Consultoria — Indicadores acompanhados de perto antecipam a crise e orientam a estratégia comercial</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, vale monitorar a margem de contribuição e o ponto de equilíbrio de caixa: o faturamento mínimo necessário para que as entradas cubram as saídas. Com esses números na mão, o empresário para de decidir por intuição. Ele passa a saber, por exemplo, até onde pode conceder um prazo maior a um cliente sem estrangular o próprio caixa. E aí a gestão financeira deixa de ser defesa e vira estratégia.</span></p>
<h2><b>Fluxo de caixa como argumento comercial B2B</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui está o ponto que muitos gestores não percebem: o controle de caixa não serve só para pagar contas, ele fortalece a mesa de negociação. Em vendas B2B, prazo é preço. Cada dia a mais que você concede ao cliente tem um custo financeiro, e cada dia a menos que você negocia com o fornecedor é caixa liberado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando você conhece o custo do seu capital de giro, negocia com inteligência. É possível oferecer um prazo estendido a um cliente estratégico embutindo esse custo no preço, ou conceder um desconto atraente em troca de pagamento à vista que reforce o caixa. Da mesma forma, do lado das compras, alongar prazos com fornecedores é uma forma silenciosa de financiar a operação sem juros de banco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, a área comercial que entende de fluxo de caixa vende melhor. Ela não dá desconto por medo nem concede prazo por hábito: cada condição é calculada. Assim, o financeiro e o comercial deixam de brigar e passam a jogar juntos, protegendo margem e caixa ao mesmo tempo.</span></p>
<h2><b>Erros que drenam o caixa sem alarme</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de tantos projetos, alguns erros se repetem com frequência que impressiona. O primeiro é vender a prazo comprando à vista sem calcular o impacto no giro. O segundo é usar o caixa da empresa para despesas pessoais, corrompendo qualquer controle. O terceiro é confundir saldo bancário com caixa disponível, esquecendo compromissos já assumidos que ainda não venceram.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há ainda um quarto erro, talvez o mais perigoso: recorrer a crédito caro para tapar buracos recorrentes. O empréstimo emergencial resolve o mês, mas o custo financeiro come a margem dos meses seguintes, criando uma bola de neve. O quinto é não projetar o futuro — olhar só o que já aconteceu é dirigir olhando pelo retrovisor. Corrigir esses cinco pontos, na prática, já reorganiza a saúde financeira da maioria das empresas.</span></p>
<h2><b>Por onde começar já na próxima semana</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se este texto acendeu um alerta, a boa notícia é que os primeiros passos não exigem grandes investimentos, apenas método e constância. Comece separando definitivamente as contas da empresa das suas contas pessoais. Em seguida, registre todas as entradas e saídas dos próximos 30 dias e monte uma projeção simples de caixa para as próximas semanas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, calcule seu ciclo financeiro: quantos dias, em média, seu dinheiro fica descoberto entre pagar e receber. Esse único número costuma revelar a origem do aperto. A partir daí, o caminho é estruturar a rotina, integrar as informações no ERP e acompanhar os indicadores de perto, semana após semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O resultado operacional não melhora por sorte. Ele melhora quando você conhece, controla e antecipa o seu caixa. Um bom sistema ajuda, um bom método é indispensável, e a combinação dos dois transforma o financeiro de vilão em bússola. Essa é a diferença que quase três décadas de estrada me ensinaram a valorizar — e que continua fazendo empresas saírem do sufoco para a tranquilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a sua empresa ainda descobre o problema de caixa quando ele já virou crise, o momento de mudar é agora. Estruture sua gestão de fluxo de caixa, projete o futuro e garanta o oxigênio que mantém o negócio vivo e crescendo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mauricio Garcia | CEO Chaus</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Precisa colocar ordem no caixa da sua empresa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Chaus Consultoria tem 29 anos de experiência em gestão empresarial e é especialista em TOTVS Protheus. Ajudamos indústrias e empresas B2B a estruturar o fluxo de caixa, dimensionar o capital de giro e melhorar o resultado operacional com método e tecnologia.</span></p>
<p>&#x1f449; <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://meetings.hubspot.com/mauricio-garcia6?__hstc=19789543.1089bc5e4636f9a876deeba1f8cc1c46.1781534766487.1783697405381.1783706525120.4&amp;__hssc=19789543.6.1783706525120&amp;__hsfp=ce1bfbf1593353b8374ea945e04dcb42">Agende uma conversa de 30 minutos com Maurício Garcia, CEO da Chaus</a></p>
<p>O post <a href="https://chaus.com.br/gestao-de-fluxo-de-caixa-o-oxigenio-da-empresa/">Gestão de fluxo de caixa: o oxigênio da empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://chaus.com.br">Chaus</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Margem de Contribuição Protheus: Ponto de Equilíbrio na Gestão</title>
		<link>https://chaus.com.br/margem-de-contribuicao-protheus-ponto-de-equilibrio-na-gestao/</link>
					<comments>https://chaus.com.br/margem-de-contribuicao-protheus-ponto-de-equilibrio-na-gestao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maurício Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 16:04:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://chaus.com.br/?p=4950</guid>

					<description><![CDATA[<p>aiba como calcular margem de contribuição e ponto de equilíbrio no TOTVS Protheus. A Chaus mostra como estruturar esses indicadores no ERP.</p>
<p>O post <a href="https://chaus.com.br/margem-de-contribuicao-protheus-ponto-de-equilibrio-na-gestao/">Margem de Contribuição Protheus: Ponto de Equilíbrio na Gestão</a> apareceu primeiro em <a href="https://chaus.com.br">Chaus</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe qual é o volume mínimo de vendas que sua empresa precisa atingir para não operar no prejuízo? Se essa resposta ainda vive numa planilha montada manualmente fora do ERP, você está tomando decisões estratégicas com um mapa desatualizado. Neste artigo, mostramos como o TOTVS Protheus pode transformar margem de contribuição e ponto de equilíbrio em inteligência de gestão real.</p>
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Dois indicadores que todo gestor precisa dominar — e poucos calculam corretamente</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em 29 anos de atuação em consultoria TOTVS Protheus, a Chaus Consultoria Empresarial viu um padrão se repetir em empresas industriais, do agronegócio e de serviços: gestores experientes, com anos de mercado, que ainda não conseguem responder com precisão a uma pergunta fundamental — <em>quanto minha empresa precisa vender para, pelo menos, não ter prejuízo?</em></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A resposta para essa pergunta está na combinação de dois indicadores complementares: a <strong>margem de contribuição bruta</strong> e o <strong>ponto de equilíbrio</strong>. Individualmente, cada um revela uma parte importante da saúde financeira do negócio. Juntos, eles formam a base de qualquer decisão estratégica sobre precificação, mix de produtos, capacidade produtiva e metas comerciais.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">E o TOTVS Protheus, quando bem parametrizado, é capaz de calcular e apresentar esses indicadores de forma automática — sem planilhas, sem retrabalho, sem margem para erro humano.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>O que é a Margem de Contribuição Bruta</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A <a href="https://chaus.com.br/totvs-protheus-verbas-controle-de-margens-contribuicao/" target="_blank" rel="noopener">margem de contribuição</a> bruta representa o valor que sobra da receita de vendas depois de deduzidos os custos e despesas variáveis. Em outras palavras, é o quanto cada produto ou serviço vendido &#8220;contribui&#8221; para cobrir os custos fixos da empresa e, depois disso, gerar lucro.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A fórmula é direta:</p>
<blockquote class="ml-2 border-l-4 border-border-300/10 pl-4 text-text-300">
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Margem de Contribuição = Receita de Vendas − (Custos Variáveis + Despesas Variáveis)</strong></p>
</blockquote>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Ou na versão unitária:</p>
<blockquote class="ml-2 border-l-4 border-border-300/10 pl-4 text-text-300">
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>MCu = Preço de Venda Unitário − Custos e Despesas Variáveis por Unidade</strong></p>
</blockquote>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Os <strong>custos variáveis</strong> incluem matéria-prima, embalagens, fretes sobre vendas e insumos de produção — tudo que varia conforme o volume produzido ou vendido. Já as <strong>despesas variáveis</strong> abrangem comissões de vendas, impostos sobre faturamento (como PIS, COFINS e ICMS), entre outros gastos que crescem proporcionalmente às vendas.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Portanto, uma empresa que vende um produto a R$ 200,00, com custos variáveis de R$ 120,00, tem uma margem de contribuição unitária de R$ 80,00. Isso significa que, a cada unidade vendida, R$ 80,00 ficam disponíveis para pagar os custos fixos e, eventualmente, gerar lucro.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A margem também pode ser expressa em percentual: nesse exemplo, 40% do preço de venda retorna como margem de contribuição — ou seja, de cada R$ 100,00 faturados, R$ 40,00 contribuem para a estrutura fixa da empresa.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>O que é o Ponto de Equilíbrio</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O ponto de equilíbrio — também chamado de <em>break-even point</em> — é o nível de vendas no qual a empresa cobre exatamente todos os seus custos e despesas, sem gerar lucro nem prejuízo. É o &#8220;ponto zero&#8221; da operação: abaixo dele, a empresa está no vermelho; acima dele, começa a lucrar.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Existem três variações do ponto de equilíbrio, cada uma com uma finalidade analítica diferente:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Ponto de Equilíbrio Contábil (PEC):</strong> considera todos os custos e despesas da empresa, incluindo depreciações e amortizações. É o mais utilizado para fins de análise gerencial e contábil.</p>
<blockquote class="ml-2 border-l-4 border-border-300/10 pl-4 text-text-300">
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>PEC = Custos e Despesas Fixas ÷ Margem de Contribuição (%)</strong></p>
</blockquote>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Ponto de Equilíbrio Financeiro (PEF):</strong> exclui os custos não desembolsáveis (como depreciação), porque esses não afetam o caixa. Muito útil para planejamento de fluxo de caixa.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Ponto de Equilíbrio Econômico (PEE):</strong> acrescenta ao cálculo o custo de oportunidade do capital investido. Serve para avaliar se o negócio gera retorno superior ao que seria obtido em outro investimento equivalente.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Para ilustrar com um exemplo prático: imagine uma indústria com custos fixos mensais de R$ 150.000,00 e margem de contribuição de 40%. O ponto de equilíbrio contábil será:</p>
<blockquote class="ml-2 border-l-4 border-border-300/10 pl-4 text-text-300">
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">R$ 150.000 ÷ 0,40 = <strong>R$ 375.000 de faturamento mensal mínimo</strong></p>
</blockquote>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Abaixo desse faturamento, a empresa opera no prejuízo. Acima dele, cada real adicional começa a contribuir para o lucro efetivo.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Por que esses indicadores são críticos no TOTVS Protheus</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O TOTVS Protheus é um dos ERPs mais completos disponíveis para o mercado industrial brasileiro. Ele registra, em tempo real, cada nota fiscal emitida, cada ordem de produção encerrada, cada movimento de estoque, cada pagamento realizado. Toda a base de dados necessária para calcular a <strong>margem de contribuição Protheus</strong> está ali — estruturada, integrada e pronta para ser explorada.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O problema, na maioria das empresas que a Chaus acompanha, não é a ausência de dados. É a ausência de estrutura para transformar esses dados em indicadores confiáveis.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quando as <strong>Naturezas Financeiras</strong> do Protheus estão mal configuradas, o DRE gerencial não reflete a realidade da operação. Quando os <strong>Tipos de Entrada e Saída (TES)</strong> não estão parametrizados corretamente, os custos variáveis de compra e venda são classificados de forma errada — o que distorce diretamente o cálculo da margem de contribuição. E quando o <strong>custeio industrial no SIGACUS/SIGAPCP</strong> não está estruturado, o custo real de produção é desconhecido, tornando qualquer análise de margem apenas uma estimativa.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em contrapartida, quando o Protheus está bem configurado, é possível extrair a margem de contribuição por produto, por cliente, por linha de produção, por centro de custo e por unidade de negócio — com os dados atualizados automaticamente a cada fechamento.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Como o Protheus apura a Margem de Contribuição</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">No TOTVS Protheus, a apuração da margem de contribuição passa pela integração entre os seguintes módulos:</p>
<ul class="[li_&amp;]:mb-0 [li_&amp;]:mt-1 [li_&amp;]:gap-1 [&amp;:not(:last-child)_ul]:pb-1 [&amp;:not(:last-child)_ol]:pb-1 list-disc flex flex-col gap-1 pl-8 mb-3">
<li class="whitespace-normal break-words pl-2"><strong>SIGAFAT (Faturamento):</strong> registra a receita bruta por produto, cliente e canal de venda</li>
<li class="whitespace-normal break-words pl-2"><strong>SIGAEST (Estoque):</strong> fornece o custo médio de cada item vendido — base do custo variável de produto</li>
<li class="whitespace-normal break-words pl-2"><strong>SIGAPCP / SIGACUS (Produção e Custos):</strong> apura os custos industriais diretos e indiretos de fabricação</li>
<li class="whitespace-normal break-words pl-2"><strong>SIGAFIN (Financeiro) + Naturezas Financeiras:</strong> classifica as despesas variáveis (comissões, fretes, impostos) por tipo de receita</li>
</ul>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A integração correta desses módulos permite que a DRE Gerencial do Protheus apresente, linha a linha, a composição da margem — da receita bruta ao resultado operacional. Sem esse alinhamento entre módulos, qualquer relatório de margem gerado pelo sistema será incompleto ou distorcido.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Erros mais comuns que distorcem a Margem de Contribuição no Protheus</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Ao longo de décadas de trabalho com implantações e pós-Go Live no TOTVS Protheus, a Chaus identificou os erros mais recorrentes que comprometem o cálculo correto da margem de contribuição:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Classificação incorreta de custos fixos como variáveis (ou vice-versa):</strong> quando despesas de estrutura são lançadas nas mesmas naturezas financeiras dos custos diretos de venda, a margem fica artificialmente comprimida — ou inflada.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Custo médio de estoque incorreto:</strong> um custo médio calculado de forma errada no SIGAEST contamina diretamente o custo dos produtos vendidos e, por consequência, a margem de contribuição de todo o período.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>TES sem parâmetro de integração contábil:</strong> notas fiscais de compra ou venda com TES mal configuradas geram lançamentos contábeis errados, que distorcem a apuração do resultado.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Impostos sobre vendas não segregados nas naturezas financeiras:</strong> quando PIS, COFINS e ICMS sobre vendas não estão classificados como despesas variáveis nas naturezas financeiras, a margem de contribuição aparece superestimada no DRE gerencial.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Ausência de rateio de custos indiretos de fabricação:</strong> em empresas industriais, os custos indiretos (energia elétrica, manutenção, depreciação de máquinas) precisam ser rateados corretamente entre os produtos via SIGACUS. Sem esse rateio, o custo real de fabricação fica subestimado.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Da Margem ao Ponto de Equilíbrio: a decisão que muda estratégias</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quando a margem de contribuição está corretamente apurada no Protheus, o cálculo do ponto de equilíbrio se torna consequência natural. A estrutura de custos fixos — disponível no SIGACTB e no SIGAFIN — é dividida pela margem percentual apurada, e o sistema passa a indicar, mês a mês, se a empresa está operando acima ou abaixo do seu break-even.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Empresas que chegam a esse nível de maturidade no uso do TOTVS Protheus passam a responder perguntas que antes eram impossíveis sem longas sessões de trabalho em planilhas:</p>
<ul class="[li_&amp;]:mb-0 [li_&amp;]:mt-1 [li_&amp;]:gap-1 [&amp;:not(:last-child)_ul]:pb-1 [&amp;:not(:last-child)_ol]:pb-1 list-disc flex flex-col gap-1 pl-8 mb-3">
<li class="whitespace-normal break-words pl-2">A empresa precisaria faturar quanto a mais para cobrir o aumento da folha de pagamento?</li>
<li class="whitespace-normal break-words pl-2">Se reduzirmos o preço de um produto em 8%, qual será o impacto no ponto de equilíbrio?</li>
<li class="whitespace-normal break-words pl-2">Qual linha de produção tem margem suficiente para absorver o custo de uma nova contratação?</li>
<li class="whitespace-normal break-words pl-2">Existe capacidade instalada ociosa que poderia ser ativada sem comprometer o ponto de equilíbrio financeiro?</li>
</ul>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Essas respostas orientam decisões de precificação, mix de vendas, capacidade produtiva e planejamento estratégico — e todas elas dependem da qualidade dos dados que o Protheus alimenta.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>O papel da Chaus na estruturação desses indicadores</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Com 29 anos de experiência em consultoria TOTVS Protheus, a Chaus Consultoria Empresarial atua diretamente na estruturação dos processos que tornam possível a apuração confiável da margem de contribuição Protheus dentro do sistema.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por meio da metodologia <strong>Disbrav</strong>, realizamos um diagnóstico profundo da configuração dos módulos de custos, financeiro e contabilidade — identificando os pontos de distorção que comprometem os indicadores gerenciais. A partir desse diagnóstico, estruturamos o roteiro de correção com priorização por impacto financeiro.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Adicionalmente, a solução <strong>MaximusPro</strong>, nosso BI gerencial integrado ao TOTVS Protheus, apresenta em dashboards automáticos a DRE gerencial, a margem de contribuição por produto e o acompanhamento do ponto de equilíbrio — atualizado em tempo real, sem nenhuma planilha intermediária.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O resultado é simples: o gestor para de adivinhar e começa a decidir com base em dados reais.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Conclusão</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Margem de contribuição e ponto de equilíbrio não são apenas conceitos contábeis. São bússolas estratégicas que, quando calculadas com dados precisos, transformam a forma como uma empresa gerencia preços, custos e resultados.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O TOTVS Protheus tem toda a estrutura necessária para apurar esses indicadores de forma integrada e automatizada. O que faz a diferença é a qualidade da parametrização — e o processo correto de estruturação dos módulos envolvidos.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Se sua empresa utiliza o Protheus e ainda não extrai a <strong>margem de contribuição Protheus</strong> de forma confiável diretamente do sistema, este é o momento de estruturar isso. A Chaus está pronta para ajudar.</p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/mauriciogarciavieira/" target="_blank" rel="noopener">Mauricio Garcia</a> | CEO Chaus</p>
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		<title>Caminho ideal para encontrar novos mercados e fechar vendas.</title>
		<link>https://chaus.com.br/o-caminho-ideal-para-o-setor-comercial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anniely Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 17:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os setores comerciais das empresas antigamente&#160; trabalhavam, em sua maioria, com o feeling do vendedor, baseado apenas nos anos de experiências de campo de seus gestores. Na última década a atenção para metodologia e profissionalização do processo de vendas aumentou significativamente, especialmente nos últimos anos o mercado se voltou para o modelo estadunidense de venda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os setores comerciais das empresas antigamente&nbsp; trabalhavam, em sua maioria, com o feeling do vendedor, baseado apenas nos anos de experiências de campo de seus gestores. <strong>Na última década a atenção para metodologia e profissionalização do processo de vendas aumentou significativamente,</strong> especialmente nos últimos anos o mercado se voltou para o modelo estadunidense de venda e pré-vendas com o <strong>conceito de Receita Recorrente</strong>, que se difundiu no Brasil. <strong>Este modelo permite a abertura de novos mercados e clientes com maior facilidade e assertividade.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário desencadeado pela pandemia consolidou uma nova necessidade em um segmento já em grandes mudanças, mas mesmo após o estouro do <strong>modelo de prospecção ativa</strong>, ainda temos muitas empresas que <strong>não conseguiram</strong> <strong>profissionalizar seus setores comerciais definindo estratégia, processos, procedimentos, políticas e ferramentas. </strong>Os resultados das empresas só são possíveis a partir da interação dos setores da organização e o desenho de processos, procedimentos e políticas é o que garante uma interação de qualidade. Processos determinam o que fazer, procedimentos determinam como fazer e a política conecta o processo e o procedimento, direcionando o caminho que a organização deve seguir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje não contamos apenas com o feeling do vendedor ou gestor e um resultado de vendas no verde, temos Indicadores como <strong>Centro de Custos</strong> permitindo que as <strong>diferentes áreas do setor comercial tenham seus resultados levantados assertivamente</strong>. <strong>Quanto custa para a organização encontrar seu cliente e como esse resultado deve ser considerado dentro da precificação</strong>.&nbsp; O crescente número de ferramentas de vendas e relacionamento com o cliente disponíveis corroboram a mudança de cenário,<strong> é preciso ter indicadores de resultados nos setores comerciais.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conseguimos indicadores de resultados com <strong>padronização das tarefas</strong>, por meio do <strong>BPM</strong> do setores e tarefas do comercial, associados aos <strong>relatórios</strong> disponibilizados pelas ferramentas de venda ou ERP´s. Mas como usar esses indicadores? Como direcionar as vendas? A parte de <strong>Inteligência Comercial</strong>, a partir de big data, é mais uma das importantes mudanças que chegaram.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entender seu cliente, usar os dados disponíveis para encontrá-los e iniciar uma conversa por meio de um setor de pré-vendas, com as formas de contatos definidos e descritos no BPM, realizadas nas ferramentas de venda que geram relatórios com resultados para criação de novas estratégias.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este caminho organizado em tópicos fica assim:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Levanta | Entendimento da organização e da operação</li>



<li>Modela | Desenho da operação com foco em procedimentos.</li>



<li>Automatiza | Escolha e implantação de ferramentas que automatizam os procedimentos definidos.</li>



<li>Integra | Integração das ferramentas entre si e com o ERP.</li>



<li>Monitora | Acompanhamento dos resultados e do andamento dos processos.</li>



<li>Otimiza | Implementa melhorias levantadas no monitoramento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo não acreditando em uma receita de bolo para vendas, pois cada negócio tem suas particularidades<strong>, as empresas ou gestores que querem vender mais e com mais qualidade precisam se adequar à nova realidade</strong> e o caminho descrito acima é por onde o sucesso passa.&nbsp;<br></p>
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