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	<title>Arquivo de Custos - Chaus</title>
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	<description>Consultoria Empresarial</description>
	<lastBuildDate>Sun, 29 Mar 2026 13:34:14 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Custos - Chaus</title>
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		<title>Gestão com TOTVS Protheus: Pare de Decidir no Escuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maurício Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 13:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Controladoria]]></category>
		<category><![CDATA[Análise de Resultado]]></category>
		<category><![CDATA[Custos]]></category>
		<category><![CDATA[Margem Contribuição]]></category>
		<category><![CDATA[Naturezas Financeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como transformar a gestão com TOTVS Protheus em vantagem competitiva estruturando indicadores gerenciais reais a partir do seu ERP</p>
<p>O post <a href="https://chaus.com.br/gesta-com-totvs-protheus/">Gestão com TOTVS Protheus: Pare de Decidir no Escuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://chaus.com.br">Chaus</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><em>Descubra por que tantas empresas têm um ERP poderoso e continuam tomando decisões erradas — e o que fazer para mudar esse cenário agora.</em></p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Você Realmente Conhece a Margem Real dos Seus Produtos?</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A <strong>gestão com TOTVS Protheus</strong> oferece algo que pouquíssimas empresas exploram de forma plena: transformar cada operação do dia a dia — cada compra, cada venda, cada movimentação de estoque, cada pagamento — em inteligência gerencial disponível em tempo real. Mas você sabe, de fato, qual produto da sua empresa tem a maior margem de contribuição real? Não a margem estimada — aquela calculada com o custo de três meses atrás, reorganizado numa planilha. A margem real, com o custo variável atualizado, extraído diretamente dos dados operacionais do sistema. Se responder a essa pergunta exige abrir o Excel antes de qualquer coisa, este artigo foi escrito para você.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O problema, no entanto, é que a maioria das empresas não chega lá. E o motivo raramente é técnico.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>O Gap Entre o ERP que a Empresa Tem e o ERP que a Empresa Usa</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Existe uma distância significativa entre o potencial do TOTVS Protheus e o uso que a maioria das empresas faz dele. Depois de 29 anos atuando em implantações e pós-implantações do sistema, identifico esse gap com precisão: o ERP está operando, os módulos estão ativos, os dados estão sendo registrados — mas a inteligência gerencial que deveria emergir desses dados simplesmente não aparece.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por quê? Porque o Protheus é, fundamentalmente, um sistema transacional. Ele registra e processa operações com precisão e velocidade — mas não estrutura indicadores gerenciais de forma automática. Portanto, essa estruturação é uma responsabilidade de gestão. Ela exige três elementos que muitas empresas subestimam: cadastros de base corretos, processos operacionais executados dentro do fluxo do sistema e uma camada de extração que transforme os dados em painéis acessíveis.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quando qualquer um desses elementos está ausente ou mal configurado, o dado existe no sistema, mas não vira decisão. Consequentemente, o gestor volta para o Excel — não por falta de sistema, mas por falta de estrutura. É precisamente aí que a <strong>gestão com TOTVS Protheus</strong> falha: não por limitação do ERP, mas por lacuna de processo.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>O Custo Invisível de Decidir sem Indicadores</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Existe um custo que raramente aparece no DRE, mas que corrói silenciosamente o resultado de qualquer empresa: o custo de decidir com informação errada, atrasada ou incompleta. Esse custo se manifesta de formas diversas no dia a dia da gestão.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A empresa que não conhece a margem de contribuição real por produto precifica no escuro — e frequentemente vende mais de um item que gera menos resultado, porque a percepção de rentabilidade não corresponde à realidade do custo. Além disso, quem não monitora o Giro de Estoque acumula capital imobilizado em itens sem saída, enquanto enfrenta rupturas nos produtos que realmente giram. Da mesma forma, a empresa sem Fluxo de Caixa Projetado descobre o problema de liquidez quando ele já está instalado — e as opções de solução, nesse ponto, tornam-se mais caras e mais limitadas.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Esses cenários não são hipotéticos. São situações recorrentes nas empresas que chegam até a Chaus buscando suporte após o Go Live do Protheus. O sistema está rodando. Os dados estão lá. Entretanto, a inteligência gerencial ainda não foi construída. Uma <strong>gestão com TOTVS Protheus</strong> bem estruturada começa exatamente por identificar e corrigir esses pontos cegos.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Os Indicadores que Fazem a Diferença na Prática</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Margem de Contribuição por Produto é o ponto de partida de qualquer análise de rentabilidade. Com o custo médio calculado corretamente no módulo de estoque e os custos variáveis de produção apontados adequadamente no SIGAPCP, o Protheus fornece a base para calcular a Margem de Contribuição real de cada produto, linha e cliente. Esse indicador responde diretamente à pergunta mais importante de qualquer negócio: onde a empresa realmente ganha dinheiro?</p>
<h4 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Eficiência de Materiais: Giro de Estoque</strong></h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Giro de Estoque funciona como termômetro da eficiência da gestão de materiais. Um giro baixo indica estoque parado — e estoque parado representa capital imobilizado com custo de oportunidade real. Com o histórico de movimentações do SIGAEST, o Protheus calcula o giro por produto, por grupo e por almoxarifado. Empresas industriais que monitoram esse indicador de forma sistemática conseguem, assim, reduzir o capital de giro sem comprometer a disponibilidade de materiais para a produção.</p>
<h4 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Ciclo Financeiro: PMR e PMP</strong></h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">PMR e PMP — Prazo Médio de Recebimento e Prazo Médio de Pagamento — definem o ciclo financeiro da empresa. O PMR revela quanto tempo a empresa leva para converter uma venda em caixa. Já o PMP mostra o prazo médio concedido pelos fornecedores. A diferença entre os dois determina a necessidade de capital de giro. Quando esse cálculo usa os dados reais do SIGAFIN, o gestor financeiro obtém uma visão precisa do ciclo de caixa — e passa a agir de forma proativa, não reativa.</p>
<h4 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Resultado Gerencial: DRE por Centro de Custo</strong></h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">DRE Gerencial entrega o resultado real da empresa, organizado para responder às perguntas do gestor — e não apenas às exigências do contador. Diferentemente do DRE contábil, que segue a estrutura das obrigações acessórias, o DRE Gerencial se organiza por centros de custo, unidades de negócio ou linhas de produto. Com as Naturezas Financeiras corretamente configuradas no módulo financeiro, esse relatório sai diretamente do Protheus — sem retrabalho manual.</p>
<h4 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Antecipação de Caixa: Fluxo de Caixa Projetado</strong></h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Fluxo de Caixa Projetado é, talvez, o indicador com maior impacto imediato na gestão financeira. Com os títulos a pagar e a receber corretamente cadastrados no SIGAFIN, o Protheus projeta o saldo de caixa para os próximos 30, 60 e 90 dias — com visibilidade sobre vencimentos, recebimentos esperados por natureza e posição projetada por período. Em outras palavras, esse indicador transforma a gestão de caixa de reativa para estrategicamente antecipada.</p>
<h4 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Produtividade Fabril: OEE e Eficiência Industrial</strong></h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">OEE e Eficiência Industrial são indicadores essenciais para empresas com operação fabril. O OEE mede a produtividade real das linhas de produção, considerando disponibilidade, performance e qualidade. Com os apontamentos registrados no SIGAPCP e integrados ao custeio industrial no SIGACUS, o Protheus revela onde estão as perdas operacionais — e onde há espaço para ganho de eficiência sem investimento adicional em capacidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Naturezas Financeiras: a Diferença Entre Registrar e Enxergar o Caixa</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Existe um cadastro no Protheus que impacta diretamente a qualidade de praticamente todos os indicadores financeiros e gerenciais — e que, na maior parte das implantações, recebe menos atenção do que merece: as Naturezas Financeiras.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">As Naturezas Financeiras classificam cada movimentação financeira da empresa sob duas perspectivas fundamentais: entradas e saídas. Toda receita que chega ao caixa é uma entrada. Todo pagamento que sai é uma saída. Essa lógica parece simples — e é exatamente por isso que muitas empresas subestimam a importância de estruturá-la com critério gerencial.</p>
<h4 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>O Erro das 200 Naturezas sem Estrutura</strong></h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O erro mais comum que encontro é um cadastro com 150, 200 ou até mais naturezas — criadas ao longo do tempo, sem planejamento, sem hierarquia e sem nenhuma conexão com o Fluxo de Caixa gerencial. Cada área foi cadastrando conforme a necessidade do momento: &#8220;Pagamento Fornecedor A&#8221;, &#8220;Outros Pagamentos&#8221;, &#8220;Pagamentos Diversos&#8221;. O resultado é um sistema financeiro que registra tudo e explica nada. Duzentas naturezas sem estrutura geram mais distorção do que trinta naturezas bem desenhadas. Para que as Naturezas Financeiras cumpram seu papel gerencial, portanto, é fundamental compreender as duas visões que elas precisam suportar simultaneamente.</p>
<h4 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Visão por Caixa: o Momento da Movimentação</strong></h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A visão por caixa organiza as Naturezas pelo momento efetivo de entrada ou saída do dinheiro. Nessa perspectiva, o que importa é quando o recurso entra ou sai da conta bancária — independentemente de quando a obrigação foi gerada. É essa visão que alimenta o Fluxo de Caixa Realizado e o Fluxo de Caixa Projetado do Protheus, permitindo enxergar com antecedência a posição financeira da empresa por categoria de entrada e saída.</p>
<h4 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Visão por Competência: o Plano de Contas como Elo</strong></h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A visão por competência, por sua vez, organiza as Naturezas pelo período em que a receita foi gerada ou a despesa foi incorrida — independentemente do pagamento. Nessa visão, cada Natureza Financeira se conecta a uma conta do plano de contas contábil, gerando a integração automática entre o módulo financeiro e o SIGACTB. É essa conexão que permite gerar o DRE Gerencial diretamente do Protheus, com resultado por natureza, por centro de custo e por unidade de negócio, sem nenhuma planilha intermediária.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Empresas que compreendem essa distinção constroem um cadastro enxuto, hierárquico e gerencialmente útil: entradas agrupadas por origem — receita operacional, receita financeira, outras receitas — e saídas agrupadas por natureza de despesa — custos de produção, despesas comerciais, despesas administrativas, obrigações financeiras. Esse ajuste, portanto, é um dos que gera maior retorno imediato na <strong>gestão com TOTVS Protheus</strong> — e um dos primeiros pontos que a Chaus estrutura no processo de maturidade gerencial de qualquer cliente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Da Operação ao Dashboard: O Caminho Prático</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Estruturar os indicadores gerenciais no Protheus não é um projeto de TI. É, acima de tudo, um projeto de gestão. O ponto de partida é sempre um diagnóstico honesto de três perguntas: os cadastros de base estão corretos? Os processos operacionais seguem o fluxo correto do sistema? Existe uma forma estruturada de extrair e apresentar os dados dos diferentes módulos de forma integrada?</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A partir dessas respostas, o caminho se constrói em etapas: correção dos cadastros críticos, validação dos processos operacionais, estruturação dos indicadores prioritários e implementação de uma camada de apresentação que torne os dados acessíveis aos gestores. O resultado concreto é uma mudança de cultura gerencial: as decisões passam a se basear em dados reais, atualizados e confiáveis.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Essa é precisamente a diferença entre uma <strong>gestão com TOTVS Protheus</strong> de nível básico e uma gestão de nível estratégico — e o caminho entre os dois é mais curto do que a maioria das empresas imagina.</p>
<hr class="border-border-200 border-t-0.5 my-3 mx-1.5" />
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Conclusão</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O TOTVS Protheus tem capacidade para ser o motor estratégico de qualquer empresa que o utiliza. Essa capacidade, porém, não se ativa sozinha no dia do Go Live. Ela se constrói ao longo dos meses seguintes, por meio de cadastros bem estruturados, processos operacionais corretos e indicadores gerenciais que transformam dados em decisões.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Empresas que fazem essa construção de forma estruturada atingem um ponto de inflexão claro: as decisões ficam mais rápidas, mais precisas e os resultados tornam-se mais consistentes e previsíveis.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Se a sua empresa ainda decide no Excel enquanto o Protheus acumula dados sem uso estratégico, o próximo passo começa com um diagnóstico. A Chaus está disponível para uma conversa de 30 minutos — sem compromisso — para avaliar o cenário específico da sua operação e indicar o caminho mais curto até os indicadores que a sua <strong>gestão com TOTVS Protheus</strong> precisa entregar.</p>
<h4>Mauricio Garcia | CEO Chaus</h4>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif;"><a href="https://wa.me/5511911221100" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0000ff;">WhatsApp</span></a> </span>|<span style="font-family: arial, sans-serif;"><span style="color: #888888;"> </span><a href="https://meetings.hubspot.com/mauricio-garcia6" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0000ff;">Agende uma Reunião</span></a><span style="color: #0000ff;"> </span></span>|<span style="font-family: arial, sans-serif;"><span style="color: #0000ff;"> </span></span><a href="https://www.linkedin.com/in/mauriciogarciavieira/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0000ff;">LinkedIn</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alocação de Custos em UBS: Maximize Lucros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maurício Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 08:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Controladoria]]></category>
		<category><![CDATA[Custos]]></category>
		<category><![CDATA[UBS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda como a alocação de custos em UBS pode maximizar lucros e otimizar a gestão financeira no beneficiamento de sementes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>alocação de custos em UBS</strong> é um tema central para diretores industriais e controllers que buscam otimizar a rentabilidade no beneficiamento de sementes. Com a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/safra-de-soja-pode-atingir-176-milhoes-de-toneladas-aponta-biond-agro/" target="_blank" rel="noopener">previsão de colheita de 176 milhões de toneladas de soja em 2026,</a> a gestão eficiente dos custos de fabricação se torna mais relevante do que nunca. Neste artigo, vamos explorar como a alocação correta dos custos de fabricação indiretos, como Gasto Geral de Fabricação (GGF) e mão de obra, pode fazer toda a diferença.</p>
<p><strong>A Sazonalidade e Seus Desafios</strong></p>
<p>O agronegócio brasileiro enfrenta sazonalidade, onde períodos de alta e baixa produção impactam diretamente a lucratividade das UBS. Durante a colheita, a demanda por beneficiamento de sementes aumenta, mas, em contrapartida, os períodos de entressafra exigem uma gestão financeira cuidadosa. A alocação inadequada dos custos pode gerar distorções no custo de produção, comprometendo a margem de contribuição.</p>
<p><strong>A Necessidade de Alocação Precisa</strong></p>
<p>Tradicionalmente, as UBS alocam GGF e mão de obra de forma linear, sem considerar o esforço de fabricação por tonelada/hora. Essa abordagem ignora as variações no processo produtivo, como a umidade das sementes durante a secagem e o diâmetro das sementes no beneficiamento. Para ilustrar, considere os quatro processos principais de uma UBS:</p>
<ol>
<li><strong>Recebimento (Moega)</strong></li>
<li><strong>Secagem</strong></li>
<li><strong>Beneficiamento</strong></li>
<li><strong>Ensaque</strong></li>
</ol>
<p>Cada um desses processos apresenta características distintas que devem ser levadas em conta na alocação de custos. Por exemplo, a umidade das sementes influencia diretamente o tempo e o custo de secagem. Se a UBS não segmentar os custos por processo, a precisão na formação do custo final do produto será comprometida.</p>
<p><strong>Impactos da Duplicidade de Alocação</strong></p>
<p>Outro ponto crítico é a duplicidade de alocação que ocorre quando o pré-lote (PL) é gerado e, em seguida, consumido para finalizar o produto acabado. Essa prática pode distorcer os custos finais e impactar negativamente a margem de lucro.</p>
<p><strong>Implementação do Modelo de Alocação no ERP TOTVS Protheus</strong></p>
<p>A Chaus Consultoria implementa um modelo de alocação de custos eficiente no ERP TOTVS Protheus. Este sistema permite a separação dos custos de GGF e mão de obra por processo, resultando em uma visão mais clara e precisa dos custos de fabricação. Através da automação e do uso de dados em tempo real, as UBS podem identificar gargalos e ineficiências, promovendo melhorias contínuas.</p>
<p><strong>Benefícios da Alocação Eficiente</strong></p>
<p>A alocação precisa de custos traz diversos benefícios para as UBS, como:</p>
<ul>
<li><strong>Maior Precisão nos Custos:</strong> A separação dos custos por processo permite uma visão realista do custo de beneficiamento das sementes.</li>
<li><strong>Decisões Estratégicas Informadas:</strong> Com dados precisos, os gestores podem tomar decisões embasadas sobre precificação e mix de produtos.</li>
<li><strong>Otimização de Recursos:</strong> A identificação de ineficiências e gargalos possibilita a melhor alocação de recursos, aumentando a produtividade.</li>
</ul>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>A gestão de custos em UBS é fundamental para a sustentabilidade financeira no agronegócio. A correta alocação dos custos de fabricação, considerando as particularidades de cada processo, pode ser o diferencial que sua empresa precisa para prosperar em um mercado competitivo. Com a implementação de modelos eficientes, como o oferecido pela Chaus Consultoria no ERP TOTVS Protheus, sua UBS estará mais bem preparada para enfrentar os desafios da sazonalidade e maximizar lucros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mauricio Garcia | CEO <a href="https://www.linkedin.com/company/chausconsult" target="_blank" rel="noopener">Chaus</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Sua empresa sabe exatamente para onde vão os custos de produção?</strong></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A alocação incorreta de custos no Custeio por Absorção pode distorcer o resultado real de cada produto, comprometer decisões de precificação e esconder ineficiências dentro da sua UBS.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Na Chaus Consultoria, temos 29 anos de experiência ajudando indústrias a enxergar com clareza o que está consumindo margem — e como corrigir isso dentro do TOTVS Protheus.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Agende agora uma conversa direta com o CEO da Chaus.</strong> Em uma reunião estratégica, vamos analisar juntos os principais pontos de melhoria na alocação dos seus centros de custo e identificar oportunidades reais de ganho operacional na sua UBS.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">&#x1f449; <strong><a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://meetings.hubspot.com/mauricio-garcia6/agronegocio" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e agende sua reunião com o CEO da Chaus</a></strong></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><em>Sem compromisso. Sem enrolação. Só resultado.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão de Custos em UBS: Otimize Resultados na Entressafra</title>
		<link>https://chaus.com.br/gestao-de-custos-em-ubs-otimize-resultados-na-entressafra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Maurício Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 08:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Custos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://chaus.com.br/?p=4394</guid>

					<description><![CDATA[<p>Otimize a gestão de custos em sua UBS durante a entressafra. Aprenda como alocar gastos fixos e maximize seus resultados no agronegócio</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A gestão de custos em UBS enfrenta desafios únicos durante a entressafra. Descubra como a alocação estratégica dos gastos fixos em períodos de baixa produção pode otimizar resultados financeiros e tributários no beneficiamento de soja</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios da Gestão de Custos em UBS</h2>



<p>Na gestão de uma UBS, você já parou para analisar quanto a ociosidade entre safras impacta seus custos operacionais? Este é um desafio que todo gestor do agronegócio enfrenta, mas poucos conseguem otimizar adequadamente.</p>



<p>O setor de beneficiamento de soja possui características únicas que tornam a gestão de custos um desafio particular. Durante a safra, as unidades operam em capacidade máxima, processando e beneficiando sementes. No entanto, durante a entressafra, essas mesmas instalações enfrentam períodos significativos de ociosidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alocação de Custos Fixos em UBS</h2>



<p>De acordo com o <a href="https://www.cpc.org.br/CPC/Documentos-emitidos/Pronunciamentos/Pronunciamento?Id=47" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CPC 16 &#8211; Estoques (*)</a> , os custos fixos durante períodos de baixa produção não devem ser incorporados ao custo do produto. Esta orientação é fundamental para UBS, onde a sazonalidade é intrínseca ao negócio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Durante a Safra:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Equipamentos operam em capacidade normal</li>



<li>Custos fixos são distribuídos pela produção total</li>



<li>Alocação integral nos custos de beneficiamento</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Durante a Entressafra:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Volume processado reduz significativamente</li>



<li>Gastos fixos permanecem</li>



<li>Tratamento diferenciado na alocação é necessário</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Implementando a Gestão Estratégica de Custos</h2>



<p>A Chaus Consultoria desenvolveu um modelo específico para UBS no sistema TOTVS Protheus que permite:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mensurar precisamente períodos de ociosidade</li>



<li>Separar gastos fixos relacionados à entressafra</li>



<li>Realizar a correta alocação contábil</li>
</ul>



<p>Este modelo traz benefícios significativos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Custo Real do Beneficiamento: Ao não incorporar custos da ociosidade, o valor da semente beneficiada reflete apenas os custos efetivos de produção.</li>



<li>Vantagem Tributária: Para empresas no Lucro Real, o reconhecimento dos gastos da entressafra como despesa antecipa o benefício fiscal.</li>



<li>Gestão Estratégica: Visão clara dos custos reais da sazonalidade, permitindo decisões mais assertivas.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Otimizando Resultados na sua UBS</h2>



<p>A implementação deste modelo requer:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Estabelecer claramente sua capacidade normal de beneficiamento</li>



<li>Identificar todos os custos fixos da operação</li>



<li>Implementar controles de parada de produção</li>



<li>Adequar o sistema de gestão</li>
</ol>



<p>UBS que adotam esta metodologia conseguem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução média de 15% na carga tributária durante a entressafra</li>



<li>Melhor precificação do serviço de beneficiamento</li>



<li>Análise mais precisa da rentabilidade por cliente/produto<br></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Melhores Práticas na Gestão de UBS</h2>



<p>Para garantir o sucesso do modelo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Documente adequadamente os períodos de ociosidade</li>



<li>Mantenha registros detalhados dos custos fixos</li>



<li>Revise periodicamente os critérios de alocação</li>



<li>Acompanhe os indicadores de produtividade</li>
</ul>



<p>A sazonalidade continuará sendo uma realidade no beneficiamento de soja, mas seu impacto financeiro pode ser otimizado através de uma gestão adequada dos custos. A diferença está em como sua UBS gerencia estes períodos de baixa produção.</p>



<p>A Chaus Consultoria tem auxiliado diversas UBS a implementarem este modelo de gestão, permitindo que mantenham sua competitividade mesmo durante a entressafra. Nossa equipe especializada no agronegócio está pronta para ajudar sua unidade a otimizar seus resultados através da gestão estratégica de custos.</p>



<p>Em um mercado agrícola cada vez mais competitivo, a eficiência na gestão de custos durante a entressafra pode ser o diferencial entre lucro e prejuízo. Não deixe que a sazonalidade comprometa seus resultados.</p>



<p>Mauricio Garcia</p>



<p>CEO da Chaus | Especialista em Análises Contábeis, Custeio Industrial e Estratégias Comerciais B2B | Consultoria TOTVS Protheus | +27 anos transformando empresas</p>



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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>(*) CPC 16 &#8211; Estoques13 &#8211; &#8220;&#8230;. O nível real de produção pode ser usado se<br>aproximar-se da capacidade normal. Como consequência, o valor do custo fixo alocado a cada<br>unidade produzida <strong>não pode ser aumentado</strong> por causa de um <strong>baixo volume de produção ou<br>ociosidade</strong>. Os custos fixos não alocados aos produtos devem ser<strong> reconhecidos diretamente<br>como despesa no período em que são incorridos</strong>. ..&#8221;</p>
</blockquote>
</blockquote>



<p></p>
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